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quinta-feira, 8 de março de 2012

Governo Mundial Sionista usurpador: Foi criado em Bruxelas o "novo" Parlamento Judeu Europeu



Foi inaugurado na sede da União Européia em Bruxelas, o "novo" Parlamento Judeu Europeu (Lê-se: Sionista), que com o enfraquecimento da União Européia devido as crises, substituirá o parlamento europeu atual.
Ou seja, isso é uma usurpação descarada e grotesca!

Seria esta a "base governista" para o levante do Executivo Mundial (Falso Messias)?
Veja:

A reunião de inauguração dos 120 membros eleitos do Primeiro Parlamento Europeu Judeu (EJP), que se descreve como un foro novo e inovador para expressar os pensamentos, crênças e ideias, assim como as preocupações dos judeus europeus, ocorreu na sede do Parlamento Europeu em Bruxelas.

Os 120 membros do Parlamento, que representam a 47 países, foram eleitos por mais de 400.000 pessoas desde a Europa Central, do Leste e Ocidental, que votaram em linha e mostraram um interesse sem precedentes à demanda em todo o continente de uma organização europeia nova, fresca, transparente e eleita democraticamente – disse a União Europeia judaica (UEJ), a organização que iniciou a criação deste Parlamento.

Entre os membros eleitos, vários personagens principais do judaísmo europeu, como Pierre Besnainou da França, Cefi Jozef Camhi da Turquía, Nathan Gelbart da Alemanha, Oliver Mischon do Reino Unido, Joel Rubinfeld da Bélgica, assim como um número importante de jóvens personalidades e líderes emergentes.

E seu discurso de abertura da reunião inaugural, em nome do Parlamento Europeu, a eurodeputada búlgara Antonyia Parvanova escolheu este “encontro histórico” e disse que “marcará o futuro dos judeus na Europa e mais além”.

“Me sinto orgulhosa e honrada de estar em frente a todos vocês hoje. Pela primeira vez, temos reunido aqui, nesta sala, aos representantes das organizações que representam a mais de 3,5 milhões de cidadãos judeus em todo nosso continente”, disse.

Continuou: “Pela primeira vez na história, o povo judeu da Europa vêm hoje como um só homem ou deveria dizer como um conjunto em pé por uma causa”.

Insistiu em que o novo Parlamento será “a voz que representa e o empoderamento da comunidade judaica na Europa”.

“Os debates e as discussões são sempre uma força motriz numa família e pode ter em algúm momento diferenças de opinião. Mas estou seguro de que o Parlamento Judeu europeu será uma voz forte que contribuirá positivamente ao desenvolvimento da Europa”.

Terminou seu discurso com uma bendição judaica tradicional: ”Acendo esta vela, símbolo da paz. Acendo a vela desta reunião e da primeira sessão do Parlamento Europeu judeu com as palavras hebráicas Mazal Tov (boa sorte)”.

Tomer Orni, diretor geral da União Judaica Europeia (UEJ), a organização que iniciou a fundação do novo parlamento, declarou: “A visão de um Parlamento Judeu Europeu é já uma realidade; este é um acontecimento histórico como o novo parlamento é um acontecimento importante para a representação judaica na Europa. Estamos profundamente convencidos de que o Parlamento será uma força positiva no cumprimento das condições que se alteram e grandes desafios aos quais a comunidade judaica europeia se enfrenta.”

Os membros do Parlamento são pessoas de diversas orígens, respeitadas em suas diversas comunidades judias. Seu denominador comum é sua identidade judia e uma paixão em promover os interesses judeus a escala internacional.

“O fato de que o Parlamento Judeu Europeu se reúna no mesmo edifício que o Parlamento Europeu, a institução parlamentaria da União Europeia (UE), é ”mais que simbólico“, disse Joel Rubinfeld da Bélgica – um ex-presidente do grupo cúpula de organizações judáicas da Bélgica- quem foi eleito para presidir o novo Parlamento, junto com Vadim Rabinovich, Vicepresidente da União Europeia de Yudo. Eles conduzirão os trabalhos à primeira Assembléia Geral do Parlamento, prevista para o mês de abril.

Rubinfeld destacou que os desafios são enormes e “se referem a nada menos que ao futuro e ao lugar de mais de 3 milhões de judeus europeus em seus respectivos países”.

Mencionou o antissemitismo, a deslegitimação de Israel, mas também a promoção dos valores judeus e a abertura a outras comunidades, entre ditos desafios.

“Mas depois da reunião de hoje, estou certo de que poderemos fazer frente a estes desafios”, disse.

A ideia de um Parlamento Judeu Europeu foi apresentada pela primeira vez pelo presidente israelense, Shimon Peres, quem já havia vislumbrado o êxito desta nova estrutura.

O Parlamento possui sua sede em Bruxelas, onde as assembléias gerais anuais serão realizadas.

Uma Constituição do Parlamento se elaborará durante o primeiro ano.

A inauguração do Parlamento Judeu Europeu coincidiu com a visita a Bruxelas de uma delegação de 40 membros destacados da Conferência de Presidentes das Principais Organizações Judáicas Estadunidenses, dirigida pelo presidente Richard Stone e o Vice-presidente Executivo, Malcolm Hoenlein.

A delegação manteve conversas com a UE, a OTAN e as autoridades belgas, e abordaram temas como o antissemitismo na Europa, Irã e Síria.

Os líderes judeus europeus e americanos da comunidade se uniram aos membros do Parlamento Judeu Europeu para celebrar juntos o lançamento do novo organismo num jantar de gala na noite da quinta-feira, em presença do eurodeputado alemão Elmar Brok, Presidente da Comissão ao Parlamento Europeu de Assuntos Exteriores.

A lista dos membros do Parlamento Judeu Europeu foi publicado no site: http://www.eju.org/survey/results

Fonte: http://www.tribunadeeuropa.com/?p=11239 – Imagem: revoltoftheplebs

Comentário do blog:

A humanidade precisa se perguntar como é possível que 0,2% da população mundial controle todos os bancos, a mídia, os governos, os organismos internacionais, os exércitos, a industria bélica e ainda assim digam ao mundo que são “vítimas” e “odiados”?

Para mostrar que esse parlamento criminoso está dirigido contra a humanidade, basta ver a asneira dita em relação ao “antissemitismo” na Síria e Irã. Se houvesse esse tipo de problema, os EUA já teriam atacado há muito tempo, pois o lobby judaico AIPAC controla a Casa Branca.

É bem conveniente este discurso, já que Irã e Síria são nações que Israel quer atacar. O objetivo é roubar os recursos naturais de todo o Oriente Médio e criar um Grande Israel, que irá incorporar a Europa! Aqui está a prova- “Israel quer aderir à União Europeia“. O objetivo é criar um bloco Sionista que irá do Oriente Médio até a Europa e fará de tudo para exterminar bilhões de “não-judeus” considerados por eles como seres “indesejáveis”.

Para formalizar isto, criaram esse infame parlamento dentro de um já existente e que foi criado por eles mesmos, já que a ideia de blocos, como a União Européia, é uma etapa para chegar ao objetivo final que é o Governo Global Sionista.

O que vemos é uma minoria de 0,2% que não quer se integrar ao resto da humanidade, querem se separar, querem deixar claro que “o povo escolhido por Deus” têm o “direito divino” de escravizar os 99,8% de humanos. É justamente os ensinamentos talmúdicos seguidos à risca pelos judeus sionistas. É o racismo e genocídio israelense tomando conta do planeta.

Vítimas e discriminados são os 99,8% que eles consideram como “gado humano” que serve para ser explorado pelos bancos, governos e mídia controlados pelos canalhas genocidas seguidores da cabala, do satanismo e do sionismo.

Fonte: http://caminhoalternativo.wordpress.com/ e http://www.tribunadeeuropa.com/?p=11239

Um comentário:

  1. Quando, QUANDO?!!, conseguiremos escapar desta armadilha maldita, retórica e dialética, tão bem,
    reconheçamos!, esgrimada pelos parasitas da humanidade? Pólvora e estilingue?!... Pois que seja!
    Fausto Barros II

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